África do Sul
Política
O governo da África do sul funciona com um sistema parlamentar, se bem que o Presidente da África do Sul seja ao mesmo tempo chefe de estado e o chefe de governo. O presidente é eleito numa sessão conjunta do parlamento bicameral, que consiste de uma Assembléia Nacional, ou câmara baixa, e um Conselho Nacional de Províncias. A Assembléia Nacional tem 400 membros, eleitos em representação proporcional. O Conselho Nacional de Províncias, que substituiu o senado em1997, é composto por 90 membros representando cada uma das nove províncias da África do Sul, além das grandes cidades.
Cada província da África do Sul tem uma Legislatura Provincial unicameral e um Conselho Executivo liderado por um primeiro-ministro.
Todos os artigos da constituição permanente anunciada em maio de 1996 passaram a vigorar em 30 de Junho de 1997.
África do Sul – Social
A África do Sul é uma nação de 44,8 milhões de pessoas de diversas origens, culturas, línguas e crenças.
As línguas da África do Sul são o Inglês, africâner (um idioma derivado do neerlandês). As línguas oficiais são o zulu com 22%, xhosa com 17%,suazi com 2%, ndebele com 1%,sotho meridional com 7%, sotho setentrional com 9%, tsonga com 4%, twsana com 8% e venda com 2%.
Os negros urbanos normalmente falam em inglês.
Cerca de três quartos dos africanos são cristãos. Pertencem a várias igrejas, muitas dessas igrejas unem crenças africanas com as crenças africanas. A maioria da população que não é cristã é animista.
Apesar de terem sofrido muita discriminação durante o apartheid, os mulatos relaciona-se mais com a cultura branca sul-africana do que com a negra, em particular a comunidade de língua afrikaans, cuja língua e crenças religiosas são semelhantes ou idênticas às dos bôeres brancos. Uma pequena minoria de "mulatos", conhecidos como malaios do Cabo, são muçulmanos.
Economia da África do Sul
O país é o 45º no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.
A África do Sul tem uma base agrícola. O clima temperado e a grande superfície de terras férteis permitem grande superfície de culturas e abundantes colheitas. Com o final do regime do Apartheid a classe política emergente falhou em impor um sistema de reforma de forma a equalizar a posse de terras entre a minoria preta e a maioria branca, mas isso já foi comprovado por cientistas.
O elemento-base da subsistência da população é o milho, ali chamado mealie.
Mineração
A África do Sul exibe:
>Minérios de ferro e manganês.
>Urânio.
>Outros metais tais como vanádio e titânio.
Argélia
A Argélia é governada sob a Constituição de 1976, a qual foi revisada inúmeras vezes. O poder Executivo é liderado pelo Presidente, que é eleito pelo voto popular para um mandato de 5 anos. O primeiro-ministro é indicado pelo presidente. O Parlamento bicameral consiste em 380 cadeiras para a Assembleia Nacional Popular e 144 assentos no Conselho de Nações. O sistema legal argelino é baseado nas leis francesa e islâmica.
Após a independência, a Frente de Libertação Nacional (FLN) torna-se o único partido do país. Após os motins de outubro de 1988 o multipartidarismo é instaurado. O país conta com mais de 30 partidos políticos, porém o mais importante continua sendo a FLN.
Economia:
O sector dos hidrocarbonetos é o pilar da economia da Argélia, sendo responsável por cerca de 60% das receitas orçamentais, 30% do PIB e mais de 95% das receitas de exportação. A Argélia tem a sétima maior reserva de gás natural do mundo e é o segundo maior exportador de gás. É ainda o 14º país com maiores reservas de petróleo.
As finanças argelinas em 2000 e 2001 beneficiaram dos aumentos nos preços do petróleo e de uma política fiscal apertada por parte do governo, que levou a um grande aumento no excedente comercial, a máximos históricos nas reservas de divisas e a uma redução na dívida externa. Os esforços do governo para diversificar a economia através da atracção de investimento estrangeiro e doméstico fora do sector energético tem tido pouco sucesso na redução do elevado nível de desemprego e na melhoria do nível de vida. Em 2001, o governo assinou um Tratado de Associação com a União Europeia que irá, eventualmente, baixar as tarifas e aumentar as trocas comerciais. A dívida externa da Argélia foi em 2004 de 21,9 bilhões de dólares, contra US$ 24 bilhões em 2000.
A grande maioria dos argelinos são descendentes de árabes e berberes; os berberes, a partir do século VII adotaram a língua árabe e o islamismo dos poucos árabes que habitavam a região.
Atualmente o árabe é a língua principal. Cerca de 15% da população ainda fala a língua berbere; estes habitantes vivem maioritariamente nas regiões do norte, mas também incluem os tuaregues do Saara. O francês é largamente falado, e cerca de 1% da população argelina é descendente europeia (antes da independência os europeus eram 10% da população).
A questão da língua é um problema crucial na Argélia, devido à política de arabização feita pelo Estado e devido à resistência dos falantes da língua berbere e dos favoráveis ao uso do francês. Nem a língua berbere nem o francês possuem o status de língua oficial, já que o presidente Abdelaziz Bouteflika negou tal status ao berbere em 2002 e novamente em setembro de 2005, o que causou grande revolta e um boicote por parte dos berberes ao referendo pela paz e conciliação nacional, realizado em 29 de setembro de 2005.
Camarões é um país africano, limitado a oeste e a norte pela Nigéria, a leste pelo Chade e pela República Centro-Africana, a sul pelo Congo, pelo Gabão e por Rio Muni (Guiné Equatorial) e a oeste pelo Golfo da Guiné, através do qual faz fronteira com a Guiné Equatorial, via a ilha de Bioco. A capital é Yaundé.
Política
Camarões é uma república presidencialista com uma divisão administrativa em 10 províncias. Sendo:
* Chefe de Estado e de governo: presidente Paul Biya (RDPC) (desde 1982, eleito em 1984 e reeleito em 1988, 1992, 1997e 2004).
* Principais partidos: União Democrática do Povo Camaronês (RDPC), Frente Social-Democrática (SDF), União Nacional pela Democracia e Progresso (UNDP), União Democrática de Camarões (UDC).
* Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com 180 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos. Constituição em vigor: 1972.
Economia
Alguns dados sobre a economia dos Camarões:
* Agricultura: cunhões (125 mil t), café (72 mil t), pluma de algodão (92 mil t), caroço de algodão (110 mil t), mandioca (1,5 milhão de t), milho (600 mil t), sorgo (450 mil t)
* Pecuária: eqüinos (51 mil), bovinos (4,9 milhões), suínos (1,4 milhão), ovinos (3,8 milhões), caprinos (3,8 milhões), aves (20 milhões)
* Pesca: 80 mil t
* Mineração: petróleo (33 milhões de barris), calcário (50 mil t)
Reservas não explorada de gás natural.
* Indústria: madeireira, bebidas, alimentícia, extração de petróleo, carvão
* Principais parceiros comerciais: França, Alemanha, Estados Unidos da América, Bélgica, Luxemburgo, Países Baixos, Itália, Espanha.
Social
População
- Estimativa de 2008 18.467.692 hab. (58º)
- Densidade 75 hab./km² (97º)
Indicadores sociais
- Gini (2001) 44,6[2] – alto
- IDH (2007) 0,523[3] (153º) – médio
- Esper. de vida 50,4 anos (176º)
- Mort. infantil 87,5/mil nasc. (172º)
- Alfabetização 67,9% (141º)
Gana
A constituição de Gana de 1992 determinou um sistema de governo multipartidarista com Parlamento unicameral e presidente eleito por voto universal para um mandato de quatro anos. O presidente, que é ainda o chefe de estado e o comandante das forças armadas, escolhe um Conselho de Ministros, sujeito à aprovação do Parlamento. Os membros do legislativo também são eleitos por sufrágio universal para um mandato de quatro anos.
Economia
A agricultura faz do Gana um dos países mais ricos da África tropical. A atividade agrícola contribui com mais da metade do produto interno bruto
Juntamente com a agricultura, a mineração é uma das principais atividades econômicas. País rico em recursos minerais, Gana explora ouro, diamantes, manganês e bauxita. Também possui petróleo, embora em pequena quantidade. A energia elétrica é obtida quase totalmente em centrais hidrelétricas, sobretudo na represa de Akosombo, no rio Volta.
Social
- Gini (2005) 39,4 – alto
- IDH (2007) 0,526(152º) – médio
- Esper. de vida 60,0 anos (151º)
- Mort. infantil 56,6/mil nasc. (146º)
- Alfabetização 57,9% (151º)
População
- Estimativa de 2008 23.382.848 hab. (47º)
- Densidade 87 hab./km² (86º)
Nigéria
A política da Nigéria realiza-se numa combinação de uma República Federativa Democracia representativa Presidencial, pelo qual o Presidente da Nigéria é tanto chefe de estado como chefe do governo, e de um sistema de pluripartidarismo. O poder legislativo é investido em ambos os governos e as duas câmeras legislativas, a câmera dos Representantes e do senado. O Senado da Nigéria é a câmera alta da casa legislativa enquanto a câmera dos Representantes é a câmera baixa, em conjunto eles compõem o corpo legislativo na Nigéria chamada Assembléia Nacional. A mais alta magistratura do governo é a Suprema corte da Nigéria. A Nigéria também pratica a teoria da separação um guardião para os excessos do ramo executivo do governo.
Retrato Social da Nigéria
A cultura da Nigéria é formada por vários grupos étnicos (o país tem mais de 250 diferentes línguas e cultura) os quatro maiores são as hauça-fulani que são predominantes no sudeste do Benim e tribos que são predominantes no oeste e, 80 % dos Benineses tendem a ser cristãos, enquanto os restantes 20 % adoram ídolos, chamados Ogun estes são seguidos pelo efik, ibibios, e annano do litoral sudeste da Nigériae pelos yaw do delta do rio Niger.
A configuração da cidade Lagos, uma das maiores da Nigéria, é caracterizada por uma grande aglomeração de pessoas que convivem com o desprovimento de serviços públicos de infra-estrutura (moradia, alimentação, saúde, educação, renda, entre muitos outros), e isso deve só piorar, uma vez que existem altos índices de crescimento demográfico.
Estima-se que a população da Nigéria totaliza, aproximadamente, 154,7 milhões de habitantes, no subsolo nacional se encontra uma das maiores reservas de minério fóssil do mundo, são cerca de um milhão de quilômetros quadrados. Parece que essa imensa riqueza não consegue atingir a pobreza com a qual seus habitantes convivem, o país está entre os piores em qualidade de vida e um dos primeiros em níveis de pobreza.
Nigéria economia
A economia da Nigéria assenta no petróleo, mas devido à má gestão macroeconómica, atravessa uma reforma substancial, posta em prática pela nova liderança civil do país. Os anteriores governantes militares da Nigéria não foram capazes de diversificar a economia e afastá-la da sobredependência de um sector petrolífero de capitais intensivos, o qual é responsável por 20% do PIB, 95% das receitas de exportação e cerca de 65% das receitas orçamentais. O sector agrícola, em grande medida de subsistência, não acompanhou o rápido crescimento da população e a Nigéria, em tempos um grande exportador de alimentos, precisa agora de importá-los.
Os recursos minerais incluem o petróleo, o carvão e o estanho. Os produtos agrícolas incluem amendoim, óleo de palma, cacau, citrinos, milho, sorgo, mandioca, inhames e cana-de-açúcar.
Fonte: http://www.wikipedia.com




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